Pessoal, em meados de 2011 fui apresentado a uma série sensacional! Em meio a minhas pesquisas por seriados de TV para acalmar minha abstinência de Dexter, decidi dar uma chance à série mais vista, disparadamente, na TV a cabo norte-americana.

Mas não foi assim tão fácil começar a ver The Walking Dead. Tenho seríssimas restrições a histórias baseadas em zumbis. Porém, como a série era, de fato, muito vista e elogiada, tive que dar uma olhada para tirar minhas próprias conclusões.

Assisti à primeira temporada (que não é longa, tem apenas seis episódios) em dois dias. Era espetacular! E daí em diante fiquei aguardando ansiosamente pelo início da segunda temporada. E quando ela veio, em outubro passado, não houve decepção. Era igualmente emocionante e surpreendente.

Não vou entrar em detalhes sobre o enredo da série nem sobre Rick, Lori, Shane, Daryl ou Glenn. Só digo que vale a pena conferir a história de um pequeno grupo de sobreviventes de uma misteriosa e aparente dominação do mundo por zumbis. Pode parecer um pouco ridículo, mas garanto que não é.

A má notícia é que, neste domingo (18), ficarei órfão novamente. Vai ao ar nos USA o 13º e último episódio da segunda temporada. Mal posso esperar para assisti-lo, principalmente porque o final do episódio anterior foi fantasticamente surpreendente.

No Brasil, The Walking Dead passa no canal Fox. A série, baseada na série em quadrinhos criados por Robert Kirkma, já tem a sua 3ª temporada confirmada. E, para minha alegria, serão 16 novos episódios!

Se você ainda não conhece, não sabe o que está perdendo! ‘Prison Break’ teve sua última temporada em 2009. Foram quatro anos de muito sucesso na TV norte-americana e ao redor do mundo. Um homem é condenado, injustamente, à morte, e seu irmão faz de tudo para tirá-lo da prisão e, depois, para mantê-lo em segurança. Isso é o que pode ser dito agora sobre essa série, uma das mais bem boladas e executadas dos últimos tempos.

A princípio estava indeciso… não queria ver mais uma daquelas séries que se passavam em presídios americanos, cheias de violência e clichês. Mas tantas pessoas próximas a mim elogiavam “Prison Break”, que decidi ver um episódio. Não parei mais. Comecei no início de 2008, e a última temporada, 2008/2009, já acompanhei, aqui no Brasil, simultaneamente ao lançamento dos episódios nos Estados Unidos.

Seu sucesso se deve a todo um conjunto. Trilha sonora, ótimos atores, personagens complexos e edição perfeita. Mas o ponto alto de “Prison Break” é, sem dúvidas, a trama. Super inteligente, é cercada de muito suspense, drama e ação… tudo na medida certa. E, melhor ainda, não passou da conta. Apesar da boa audiência, limitou-se a quatro temporada. Não chegou a cansar os telespectadores.

Claro, aproveitou-se um pouco do momento. Lançou um filme (“The Final Break”) ao final das temporadas. Ele explica um lapso temporal de quatro anos que existe ao término última temporada. E ele não veio em vão, também acrescenta à série.

Corra a sua locadora e procure por Prison Break. Garanto que serão momentos de muita diversão à frente da TV.