todo elenco reunido no início da temporada

Tinha mesmo que ser decidido no quinto set. As duas melhores equipes do vôlei feminino brasileiro fizeram um jogaço na manhã deste domingo. E no final deu Osasco.

A equipe que perdeu as últimas quatro finais da Superliga, exatamente para o Rio de Janeiro, e que esteve à beira da extinção ao final da temporada passada, é hoje campeã brasileira.

Méritos para a comissão técnica liderada por Luizomar de Moura, que correu atrás de novos investidores e comandou brilhantemente a equipe fora da quadra.

E claro, méritos também para as jogadores, que, fizeram uma grande campanha e na final, visivelmente emocionadas e pressionadas depois de começarem perdendo por 4 x 0, viraram o quinto set excepcionalmente.

É difícil ver uma final com um nível técnico tão alto. Digo isso, porque normalmente é um jogo muito nervoso e os nervos acabam dominando as ações. Mas hoje vimos grandes jogadoras apresentando seu melhor vôlei.

Destaque para Natália, do lado de Osasco, com 28 pontos, e Joycinha, do lado do Rio.

Parabéns a Osasco, tetracampeã da Superliga Feminina de Vôlei!

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A final da Superliga Feminina de Vôlei já está definida e será disputada no próximo domingo. Enquanto isso, a Masculina terá a definição dos últimos dois semifinalistas nesta terça. A Superliga de Vôlei vai chegando ao final de mais uma grande edição, a 16ª da história.

18 finais e 9 títulos em quadra

Quando a partida final terminar, os números acima passarão para 20 e 10, respectivamente.

Osasco e Rio de Janeiro decidem mais uma vez a Superliga Feminina. A hegemonia das duas equipes no torneio é inquestionável. Osasco vai para a sua 11ª final e o Rio de Janeiro para a 9ª. E juntos, os times já têm nove títulos: três do Osasco e seis do Rio.

Esse será também a sexta decisão consecutiva entre as equipes. E nesse quesito, a superioridade do Rio de Janeiro é grande. A equipe comandada por Bernardinho venceu quatro dessas finais e perdeu apenas uma.

A final desse ano será disputada em jogo único, no domingo (18), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Favorito? Eu não me arrisco.

Cruzeiro e Pinheiros esperam adversários

Já garantidos nas semifinais do torneio masculino, o Cruzeiro (2º) e o Pinheiros (5º) assistem de camarote, nesta terça, a definição dos outros dois semifinalistas.

O terceiro e decisivo jogo do confronto entre Montes Claros (3º) e Brasil Vôlei (6º) será, às 18h30, no interior mineiro. O vencedor encara o Cruzeiro nas semifinais. Já a decisão entre Florianópolis (1º) e Caxias (8º) será na capital catarinense, às 20h30.

O nível da Superliga Masculina nesta temporada foi espetacular. Praticamente todos os jogadores da Seleção Brasileira estão na disputa e o equilíbrio foi a tônica da competição.

Certeza é só uma: grandes jogos não vão até o final na competição.

Terminou, na noite desta segunda-feira, a primeira fase da Superliga Feminina de Vôlei. Depois de pouco mais de três meses e de 24 partidas disputadas por cada equipe, os oito melhores times foram definidos.

Classificaram-se quatro equipes de São Paulo, duas de Minas, uma do Rio e uma de Santa Catarina. Os favoritos Rio de Janeiro e Osasco confirmaram as duas primeiras posições. São Caetano, outro destaque da competição, tropeçou mais do que se esperava e terminou na quarta posição.

Com o fim da primeira fase, os confrontos das quartas de final já estão definidos. Rio de Janeiro (1º) X Brusque (8º); Osasco (2º) X Praia Clube (7º); Pinheiros (3º) X Vôlei Futuro (6º); São Caetano (4º) X Minas (5º).

As séries da quartas de final serão disputadas em melhor de três partidas. As datas determinadas pela Confederação para os confrontos são: 26 e 28 de março e 1º de abril.